segunda-feira, 28 de novembro de 2011

#passagem

sabe aqueles momentos que enchem o coração e a gente precisa se manifestar de alguma maneira porque, do contrário, parece que vai explodir?

acabo de ter um desses... e é só pra dizer...

que eu te amo muito, meu bichinho... e eu não poderia ser mais feliz do que sou contigo! agradeço sempre a Deus por ter cruzado nossos caminhos, você é um presente de valor incalculável que Ele me deu!

te amo demaiiissssssssssssss da conta!! ;)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

My hands they were strong...



... but my knees were far too weak
to stand in your arms without falling to your feet...


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

=)

E já já fará um mês de um novo ano... uau!

e como eu sou feliz por isso...!!!


Minha Alegria

A lua, o mar,
a onda,
Minha mão na tua mão
Meu coração mal cabe em mim

Minha Alegria
tem cabelos de sol
Minha Alegria
tem olhos de mar do sul

As flores, a brisa,
a vida,
Teu braço envolto ao meu
Seu coração mal cabe em mim

Minha Alegria
é da cor da espuma do mar
Minha Alegria
Minha flor de inajá

Meu norte, meu sul
Meu frio, meu calor,
Minha Alegria, meu desejo,
meu amor...

Minha liberdade,
Minha canção de ninar,
Meu infinito,
Minha menina...

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Ela me ama...

... e é tão lindo de ver nos olhos dela o meu reflexo...

e ainda mais é saber que um pedaço de mim está dentro do seu coração...

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Um Ano.




Um ano...
cheio de pedrinhas,
cheio de ladeiras,
de ribanceiras...

... mas cheio de você comigo!

eu te amo mais do que você consiga imaginar um dia, meu bichinho...

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

the great villain.



como se faz feliz alguém que não se sente feliz?

como eu posso querer te dar rosas
se minhas palavras te ferem?

que tipo de eu te amo eu posso dizer
sem ferir o teu sentimento?

eu nao sei dizer o que vc quer ouvir,
da mesma forma que muitas vezes não ouço o que espero,
não vejo o que imaginei
nem tenho o que queria,
e ainda assim consigo me contentar e ficar feliz
em ver um sorriso estampado no seu rosto
por mais forçado que ele possa ser.

não sei não ser eu pra você
e se eu devo medir as palavras contigo
com quem então eu poderei ser verdadeira?

se ao menos a minha franqueza fosse cruel,
rude e de mau tom,
você entenderia.

mas como não é, é inaceitável.

e aí eu pergunto:
que tipo de palavra eu devo usar ao formar uma frase que significa muito mais do que simplesmente te dizer o que sinto ou o que quero sem te ferir, se até um bom dia que eu dou pode ser um parafuso no teu peito....

#

"vai ser possível viver feliz?"

pergunta enviada por Daniele, the great villain.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

there's a little black spot on the sun today...

... e mais uma vez meu castelo em ruínas...

talvez seja minha sina ser uma "queen of pain"...

tem dias que a gente se sente como quem partiu, ou morreu...

there's a little black spot on the sun today.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

um talvez...

por que as coisas as vezes parecem simplesmente desmoronar, do nada?

parece que um dia você acorda em desacordo com o resto do mundo, de tudo... e quando esse desacordo bate na região do coração... como dói, como faz a gente sofrer...

o amor deveria ser uma coisa boa, que só traz felicidade, paz, harmonia, tranquilidade... não é?

o amor deveria ser aquilo que te completa, que te faz rir mesmo quando já não tem mais motivo algum, que te dá forças de fazer o que for, que te revigora, te faz feliz e realizado... deveria ser assim com todos. com todos...

nem sempre a gente acerta... aliás é tão difícil atingir o 'acerto'... acho que é por isso que muita gente nem tenta... talvez achem "perda de tempo"... o que não deixa de ser, porque tantas vezes fazemos coisas bonitas, pensadas, propositalmente por alguém ou para alguém e tantas vezes a pessoa nem percebe, ou não reage como o esperado, causando a falha do objetivo e do tempo gasto...

talvez uns dias longe me ponham a cabeça no lugar, os pingos nos is... talvez se eu fizer falta essa nuvem vá embora... talvez o sol entre de novo fazendo tudo brilhar como já brilhou e agora não brilha mais... talvez isso sirva de lição, ou não...

talvez a gente aprenda a separar melhor a fantasia da realidade, o passado do presente...

mas é tudo talvez, sempre... sempre...

eu ainda tenho esperança... eu ainda quero muito... mas e se eu quiser sozinha? e se eu estiver nessa sozinha? nem sempre todo mundo tá com a gente... e nem sempre querem de nós o que podemos oferecer... já me foi dito que a quem muito é dado, muito é cobrado... e se eu não ganhar nada? é justo cobrar o que não tenho?

é justo falar do que não disse, do que não pensei, do que não fiz?

eu espero que esta seja a hora do acerto, a hora da paz.
como diria ronaldo miranda...

"que venha o que tiver de vir..."

terça-feira, 12 de julho de 2011

.hope.

hope

please...
... don't go away!




my soul is still burning for you...





IS IT TOO MUCH ASK FOR YOUR LOVE?






quarta-feira, 29 de junho de 2011

Laetitia Mea

well... i've been afraid of changing... but i did.

and i'm so yours...

i love you like never before...
all you have to do is say yes...

that's one way to say you love me back...

i need you everydays...

i'm really so yours...

i wanna be the shoulders you can rely on,
the peace on you,
and you... the peace on me.
let me be the light,
let me shine on your way,
because your way is my way...

stay with me... just because you love me
and because you love my faults...


i don't need to say i love you...
but i do...

because you need my love,
as i need you.

don't let your nightmares bring us down
i have no strenght, wish, nerve to betray you... never.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

.um

nem só de defeitos e desamores é feita esta página;

há que se observar - e sem perder qualquer detalhe - a magnitude e veracidade do que aqui é exposto;

e eu hoje, mais uma vez, exponho o meu coração

que, mesmo cheio de remendos e curativos,

pulsa em um ritmo claro, com olhos verdes e a boca mais doce do mundo...

um coração que tem mais força e tem menos cicatrizes

quando é envolvido por aqueles fios louros e tão cheirosos

que me entorpecem ao sono de tamanho deleite.

Este mesmo coração, que já esteve guardado em uma caixa debaixo da cama,

hoje está fundido a outro, que como este, bate numa só pulsação;

juntos, em um.

mesmo tudo aquilo que se fala,
e que se guarda,
pode ser esquecido.

mesmo tudo aquilo que marca,
e machuca,
pode ser guardado.

mas tudo aquilo que é bonito,
inesquecível...
até mesmo isso pode se apagar,
se com a falta da chama no olhar
a visão se deturpa de tal maneira
que a luz se faz ausente,
e muito mais presente
do que a própria falta de amor,
se faz a falta do calor, a falta do viver.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

.Hoje.

Hoje eu tenho as mãos marcadas
e o sangue sujo
por tudo que você me fez.

Hoje eu preciso de uma dose maior
de tudo.

Hoje o vento corta mas não me contamina
com o tétano das suas palavras.

Hoje a minha vida se (re)partiu em duas.

Hoje tudo o que me parecia possível
se tornou surreal.

Hoje a rotina voltou ao seu normal.

Hoje eu não quero dar voltas em canto nenhum
de mãos dadas contigo.

Hoje a distância se fez mais presente
do que o frio que assola este quarto.

Hoje a escuridão tapou meus olhos.

Hoje o meu sangue borbulha
como veneno em minhas veias.

Hoje o meu coração não bombeia.

Hoje tudo o que eu não quis aconteceu.

Hoje dói muito mais do que já doeu.

Mas hoje não foi hoje.
Hoje não foi ontem.

E mesmo se hoje ainda fosse ontem,
foi ontem, já passou.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Cara'ch Ogystal...




e agora que te tenho tão perto, todo o resto fica distante...

e a maior das distâncias não chega perto da profundidade do que sinto por estar contigo...

não se pode calcular a leveza das plumas que podem voar - juntas - pra onde quer que o vento sopre!

sábado, 7 de maio de 2011

relato de sonho (1)

07/05/2011 - 11:24h

esta manhã me ocorreu um sonho muito simbólico, mas muito diferente.

Sonhei que estava em viagem com a minha família (Pai, mãe, irmão, irmã (com marido e filho), tia materna, tio materno, avó materna e primos do lado materno). A princípio me pareceu que eu estava na casa de meus pais, passando um final de semana como de costume. Havia rolado uma espécie de festinha, onde meu irmão tinha levado a namorada pra que eu conhecesse. Ele só não contava que seria pego quando não deveria. Eu via meu irmão com a namorada de lingerie, pedindo pra eu ficar quieta se não ia me sacanear muito grande. Acontece que quem descobriu sozinha foi a minha mãe, que entrou em estado de choque quando viu. Me parece que esse foi o motivo da viagem, desestressar a mãe.

Fomos pra um lugar muito longe e diferente. Me parecia uma estrada americana no começo, mas logo estavamos num "pedaço" do japão, uma espécie de vila onde acontecia uma festa e havia muitos turistas. Estavamos num carro muito antigo vermelho, me parecia um daqueles carros dos anos 50, como se fosse um modelo de belina ou algo assim. Letícia está presente no sonho, mas não fisicamente. Eu sei da existência dela, mas ela não está alí comigo.

Passeio vai, passeio vem, os japoneses tem uns costumes meio estranhos e exóticos pra nós, ocidentais, mas que mexem profundamente na nossa energia. Nos convidaram para uma reunião, um jantar, parecia um jantar comemorativo à nossa presença. Comemos, rimos, conversamos com os anfitriões, mas havia algo estranho no ar. Minha irmã percebeu e me chamou à cozinha e me contou que era algo relacionado a Letícia. Como se a ausência dela causasse alguma desconfiança em alguém ou como se alguém tivesse dito algo importante sobre ela que me comprometeria naquele lugar.

As cores do sonho ficam mais escuras e a energia mais carregada. É quando eu percebo que há uma aproximação estranha. Não vejo, mas sei que estão ali, escondidos em algum lugar. Alguém me pergunta coisas (Qual era a minha idade, qual era o meu signo, qual a minha cor favorita e que eu falasse um pouco sobre mim), mas quando respondo qual era o meu signo, alguém (que eu não sei definir se era uma japonesa ou um japonês de cabelos compridos, num traje absolutamente informal que me pareceu um roupão mais grosso e muito bonito) se afogou com a minha resposta, enquanto bebia algo. E nisso alguém grita: "Jovem, Vermelho, SAGITÁRIO... É ELA!". Por óbvio todos se assustaram e correram, pois nesse exato momento as presenças que eu senti se mostraram. Eram vários arqueiros vestidos de kimono preto com as bordas vermelhas, os que tinham cabelo comprido estavam com eles bem presos. Pareciam usar uma máscara facial daquelas perfeitas, pois pareciam ter todos a mesma face. Tentei me levantar, mas nesse momento três deles me atiraram umas flechas finas e compridas, vermelhas. Acredito que da espessura de uma vareta de pega-varetas. Deviam ser umas 6 flechas, atacadas em posição estratégica, pois me imobilizaram o braço direito e curiosamente não doía.
O mesmo que me "reconheceu" me perguntou o que eu queria e o que eu fazia ali. Eu tentei responder que ele estava se enganando com a pessoa, que eu era uma simples turista, mas chegou alguém maior que ele, este eu não vi, e ordenou algo que eu não reconheci o que queria dizer, se não fosse pela sucessão de flechadas que recebi. Iam da altura dos ombros até um pouco abaixo das costelas, em posição estratégica, porque eu não morri e continuei consciente, porém ainda imóvel e indolor. Acredito que durante as flechadas meu susto foi gigante mas por ter visto minha mãe num canto gritando pra não fazerem aquilo e depois a ouvi chorando e as pessoas que estavam comigo naquele "jantar" se aproximando. Alguém me tirou dali, eu estava numa espécie de tenda. Já conseguia me mover (me levantar, caminhar devagar e sentar), mas os braços respondiam muito pouco às minhas ordens. Quando acordei, vi minha mãe, meu pai e meu irmão, que estava desesperado e se culpando por estarmos todos ali e que deveríamos sair dali urgentemente.

Acontece que eu estava com pelo menos umas 30/50 flechas no meu tronco. Eram muito finas, como as varetas de pega-varetas, mas se eu as puxasse de forma errada, eu poderia me matar. A solução foi uma camiseta muito grande (curiosidade: a estampa da camiseta era uma entidade indiana a qual eu não sei o nome, mas vou procurar a imagem e postar aqui), que me cobria as flechas, mas as mesmas ainda apareciam sob ela. O jeito era fugir, mas como? Então pedi pra que todos que estavam comigo nessa viagem entrassem na tenda pra conversarmos, mas tinha um daqueles gurizinhos que ganham dinheiro passando informação que nós nem vimos nem contávamos com ele ali.

Eu saio andando com meu irmão, meu pai e meu tio daquela tenda pra ir até o carro e achar um jeito de me esconder dentro do carro pra que a polícia não me descubra ali.

#OBS.: enquanto ali naquela 'vila', a sensação era de um lugar sem energia elétrica, sem tecnologias, sem carros, sem nada, tudo bastante rústico, como em filme mesmo.#

Caminhando por fora da vila, havia uma quantidade grande de turistas em barracas ou em seus carros, esperando pra conseguir um lugar melhor ali dentro. Entrei no carro e me joguei no soalho traseiro. Meu tio me cobriu com um manto meio madre-pérola, meio rosado, mas liso. Nisso as outras pessoas que deveriam ir embora conosco entraram no carro e pegamos a estrada.

Nota: minha respiração estava um pouco difícil e dolorosa, a sensação dos meus ombros era como se estivessem dormentes, uma das minhas costelas raspava na flecha e durante o caminho com o carro eu comecei a sentir dores e vi algumas manchas de sangue a mais.
Conseguimos chegar à cidade e pegar um avião de volta pra casa em condições de emergência, devido aos meus ferimentos.

Não me lembro de chegar ou de entrar no avião e descer dele. Só me lembro de estar num quarto onde tinha uma televisão, mas as cores que eu via em tudo estavam oscilando. Alguém que eu não sei dizer quem era, porque eu não via, eu só sentia e ouvia (estou em dúvida se era minha irmã ou a Letícia, mas acho que era minha irmã), me explicava o que estava acontecendo. Que as cores estavam oscilando e eu as via tão nitidamente porque não eram só cores, eram as cores das energias emanadas pelas pessoas. No que eu via na televisão, aparecia muito verde bem claro e um degradê de vermelho pra quase laranja. As dores aumentavam e perguntei se estava morrendo, o que deveria fazer então. Ela só sorriu pra mim e disse "deixe as coisas como elas tem de ser, se acalme".
Então foi como se eu pegasse no sono. Fui acordando bem devagar, sentindo MUITAS dores em todo o tronco. Posso descrever as dores nos lugares onde eu via as flechadas no sonho. Minha respiração também estava fraca e sem ritmo, meus ombros estavam meio dormentes, mas meu braço direito estava completamente adormecido.

Levantei e escrevi isso.



***


A entidade na camiseta era SHIVA. Segue a foto e a descrição de Shiva.


Na tradição hindu, Shiva é o destruidor, que destrói para construir algo novo, motivo pelo qual muitos o chamam de "renovador" ou "transformador". As primeiras representações surgiram no período Neolítico (em torno de 4.000 a.C.) na forma de Pashupati, o "Senhor dos Animais". A criação do yôga, prática que produz transformação física, mental e emocional, portanto, intimamente ligada à transformação, é atribuída a ele.
Shiva é o deus supremo (Mahadeva), o meditante (Shankara) e o benevolente, onde reside toda a alegria (Shambo ou Shambhu).
O mais curioso é a simbologia de tudo na imagem: As cobras ao redor do pescoço simboliza que Shiva dominou a morte e tornou-se imortal.
***

sexta-feira, 6 de maio de 2011

-

esse blog tem sido motivo de muita demonstração de afeto e nada além disso.

me esqueci do propósito principal dele, que era expor aquilo que fica guardado, escondido, só pra mim mesma.

talvez seja hora de parar de se abrir tanto; talvez seja hora de se aquietar um pouco, de me esconder um pouco de mim mesma pra que eu possa sentir minha própria falta. E quem sabe assim eu consiga que sintam minha falta. Só vamos torcer pra que eu não me perca, que nada do que há em mim se perca. E pra que eu não me torne algo completamente diferente do que eu deveria ser por um foco desfocado.

a narcisa agora fica pra trás, dando espaço pra mim mesma, finalmente.

dói um tanto crescer, mas faz a gente mais forte e confiante, sem medinhos ou aquelas chorumelas que faziam da nossa imagem uma imagem deturpada.

amar também dói, as vezes até machuca de jeitos que vão cicatrizar, mas o lugar da cicatriz vai ficar oco, feio e sensível. amar é a parte mais complicada de crescer...

amar é a parte mais complicada de crescer...

quinta-feira, 5 de maio de 2011

eu desejo...

...que a cada vez que eu te toque,
você não sinta somente a minha pele;

...que a cada palavra que eu te diga,
você não ouça somente a minha voz;

...que a cada olhar que eu te dirija,
você não interprete como apenas um olhar.

...que você sinta, em cada uma das minhas expressões ou falta delas o quanto eu te amo e o quanto eu preciso de você na minha vida;

...que você sinta o quanto eu realmente desejo que você sinta isso tudo de volta, sempre...



terça-feira, 19 de abril de 2011

It's simple,

Baby, I know you're tired, but please... smile to me, be strong for me!
I need your strenght to be strong, I need you right for I can be wrong...

be all I need for I can be all to you...

.relapso

e se de repente eu saísse andando,
vagueando, sozinha, pensando
no nada em que eu seria.

e se de repente fosse eu a ouvir teus anseios,
se fosse eu a quem você enxergasse além de um amigo,
se a palma da minha mão fosse o teu mapa
e os meus braços o teu abrigo.

como seria se eu fosse tão rápido
que ao mesmo tempo eu conseguisse
ser todas aquelas coisas que você tanto queria.

como se fosse fácil
como se fosse fútil
como se fosse túmulo
trêmulo, tático, rápido e relapso...

relapso...

e se de repente eu fosse mudo
sem voz pra cantar, muito menos te falar
o quanto eu te amo...

como seria não ouvir de mim
que só quero a ti e a mais ninguém...
como seria ser alguém
que não me quer também...

como se fosse fácil
como se fosse fútil
como se fosse frívolo
como se fosse um fardo
como se fosse um fado
como se fosse lírico
como se fosse cínico
como se fosse tático,
trêmulo, frio e relapso...

relapso...

segunda-feira, 28 de março de 2011

.amor.

Amor...

inter omnes, arbor una nobilis;
nulla silva talem profert
fronde, flore, germine...

[ entre todas, a árvore mais nobre;
nenhum bosque produz igual
em ramagens, frutos, flores... ]

.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Our minds were divided...

... but now we stand together.



You'll have my love and passion always, forever...


sexta-feira, 18 de março de 2011

Ordinary World - Duran Duran


Came in from a rainy thursday
On the avenue
Thought i heard you talking softly

I turned on the lights, the tv
And the radio
Still i cannot escape the ghost of you

What has happened to it all?
Crazy, some'd say
Where is the life that i recognize?
Gone away

But i won't cry for yesterday
There's an ordinary world
Somehow i have to find
And as i try to make my way
To the ordinary world
I will learn to survive

Passion or coincidence
Once prompted you to say
"pride will tear us both apart"
Well now pride's gone out the window
Cross the rooftops
Run away
Left me in the vacuum of my heart

What is happening to me?
Crazy, some'd say
Where is my friend when i need you most?
Gone away

But i won't cry for yesterday
There's an ordinary world
Somehow i have to find
And as i try to make my way
To the ordinary world
I will learn to survive

Papers in the roadside
Tell of suffering and greed
Fear today, forgot tomorrow
Ooh, here besides the news
Of holy war and holy need
Ours is just a little sorrowed talk

And i don't cry for yesterday
There's an ordinary world
Somehow i have to find
And as i try to make my way
To the ordinary world
I will learn to survive

Every world
Is my world, i will learn to survive
Any world
Is my world, i will learn to survive
Any world
Is my world
Every world
Is my world

terça-feira, 15 de março de 2011

meu carnaval não teve início,
muito menos fim.
você se apossou
e agora quer tirar tudo de mim...
como nos filmes
eu me joguei dentro do teu abismo
mas colhi apenas o meu egoísmo.

minha maldade sobressalta
a minha ferida
que cicatrizará
mas ficará em mim pro resto da vida
a distância agora se tornou nossa aliada...

segunda-feira, 14 de março de 2011

.iwish

my hope is all in vain
you always do the same
no matter who i claim
no matter who i try to be for you

my fears becoming true
i wish it wasn't you
our dreams are wrecked through
the wall you put tearing us apart

i wish i could stay
i wish you could say
each word i wish to hear from you

my tears are now my chains
your emptiness full of praise
no matter what they say
i just can't turn the game

i'm always by your side
when you have no one to cry
my hope are all in vain
you always do it again...

and again, and again...

i wish i could stay
i wish you could say
say that you love me
as i love you
i wish you could hold me
i wish i could throw myself away
away from this....

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

# I'm just a... #

i'll say a pray for your heart
meanwhile i call all the devils
i can't move a thing to keep you
so i just can cry for myself
to keep me into this
to keep me alive

so i face it now
anything else i do will matter
how could i know...

i'm just a toy
who makes your wishes come true
with a glue on the hands you hold
i'm like the sewer rats
doing all the dirt job
what for...

you're my remote control
my body answer each of your callings
i'll say a pray for your heart
'coz mine's cold as ice
this unwise love
will tear us apart

so i face it now
anything else i do will matter
how could i know...

i'm just a marionette
on your puppet's show
you're riding me to hell
i'm just someone who loves you
but i don't know how to show you
'cause i'm the one you did sell...

i'm just a toy
who makes your wishes come true
with a glue on the hands you hold
i'm like the sewer rats
doing all the dirt job
what for...