Essa noite tentaram me matar de vários jeitos. Primeiro era um Deus nos acuda, cada um tentando se salvar como dava.
Era uma viagem da camerata para um concerto em uma igreja e seguido de uma confraternização que não dava certo. Num local sem luz, sem asfalto, mas muito bonito, parecia uma parte do pantanal. Descíamos do ônibus e tínhamos de seguir a pé e nos escondendo. Depois de um tempo, me dizem que preciso enfrentar um duelo com uma espada "cinquedea", onde sou perfurada totalmente pela espada.
Falta de ar, dor, sangue na garganta... Mas eu não morria...
Me solto da espada e consigo andar ainda; sento e 4 homens vem em minha direção com uma seringa e uma ampola. Aplicam a solução em mim e me deixam pra morrer.
Eu consigo ainda me locomover e vou parar num lugar onde está minha mãe, de branco trabalhando. Ela me socorre mas diz q não há mais o que fazer. Chora quando eu digo que estou muito sonolenta e cansada. Neste momento estou sentada no chão, na antiga varanda da velha casa da minha avó materna. As cores esmorecem, a escuridão some e tudo vira luz.
E então eu acordei.
Nenhum comentário:
Postar um comentário